Será que estou pagando caro?

Para o importador brasileiro, a pergunta “será que estou pagando caro?” quase sempre chega tarde. A carga já desembarcou, os impostos foram recolhidos, o frete pago. A margem fechou. Só depois vem o questionamento.

O sobrepreço raramente tem uma causa única. É acúmulo: frete um pouco acima da média, NCM mal escolhida, negociação conduzida sem comparativo, alguns dias extras de armazenagem. Cada desvio parece pequeno. Somados, podem afetar a margem sem que ninguém consiga apontar exatamente onde foi.

O comércio exterior brasileiro ficou mais complexo nos últimos anos. Mais agentes, mais regras, mais variáveis de custo. Muitas empresas simplesmente perderam o fio do que compõe o preço final de um produto importado.

Pagar caro raramente é uma decisão. É, quase sempre, o resultado de quatro problemas que aparecem juntos: informação desatualizada na hora de decidir, ausência de comparação de preços e fornecedores, classificação fiscal incorreta por inconsistência no cadastro de produto, e uma operação que só reage quando o prejuízo já está feito.

Se você se reconhece em três ou mais dos sinais abaixo, há boa chance de estar pagando acima do necessário em cada pedido:

-Você não sabe o preço médio praticado para o seu NCM

-Você usa apenas um fornecedor por produto, sem comparativo

-Sua classificação fiscal nunca foi revisada

-As informações dos produtos vivem em planilhas espalhadas, sem uma fonte única

-Você não tem visibilidade sobre o que a concorrência importa ou paga

O sobrepreço silencioso não some com uma renegociação pontual. Ele some quando você passa a operar com informação real: benchmarks de mercado, classificação fiscal correta, e visibilidade sobre cada componente do seu custo.

Se isso se parece com a sua operação, faz sentido conversar. O Grupo Level analisa cada caso de forma individual, porque os gargalos de uma operação raramente são os mesmos de outra. Fale com um dos nossos especialistas e descubra o que faz sentido para o seu negócio.

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